segunda-feira, 11 de julho de 2011

Trens na arte

Óleo sobre tela - Artista Charbeluza

Pintura sobre o trem e antiga estação ferroviária de Blumenau.


Pintura de antiga locomotiva



Fonte de algumas fotos da Internet

domingo, 12 de junho de 2011

De volta ao trem em Apiuna

Passeio histórico cultural de Maria Fumaça e almoço colonial - Apiúna/SC.

Apresentações artísticas

Ferrovia das Bromélias







































terça-feira, 17 de maio de 2011

Antiga estação de Carpina

 
Prédio restaurado da antiga estação.

Antiga estação de trem de Carpina - PE
Histórico da linha
A linha que originalmente unia a estação de Brum, no Recife, a Pureza, próximo à divisa entre Pernambuco e Paraíba, foi aberta de 1881 a 1883 pela Great Western do Brasil, empresa inglesa que tinha a posse e a concessão da E. F. Recife ao Limoeiro.
Esta linha avançou até Pilar, na antiga E. F. Conde D'Eu, incorporada à GW em 1901, onde sua linha, aberta em 1883, entre outros ramais, avançava até Nova Cruz, já no Rio Grande do Norte e da E. F. Natal a Nova Cruz, que também passou à GW, na mesma época.
Para ligar estas duas últimas, a GW construiu em 1904 um trecho de 45 km, formando então o que veio a ser chamado de Linha Norte.
Quando ocorreu a venda da GW para a Rede Ferroviária do Nordeste, no entanto, o trecho do RN já não mais pertencia à GW, mas foi incorporado à RFN, e em 1957 tudo isso foi uma das formadoras da RFFSA.
A linha está ativa até hoje sob o controle da CFN, que obteve a concessão da malha Nordeste em 1996, mas trens de passageiros não circulam mais por essa linha desde os anos 1980.
A estação
A estação de Chã de Carpina foi inaugurada em 1881. Desde essa época, já era a bifurcação de linha, com uma seguindo para Limoeiro e outra para a Paraíba.
O ramal de Limoeiro, depois chamado de ramal de Bom Jardim, acabou sendo extinto em 1968. Por algum tempo, a estação e a cidade se chamaram Floresta dos Leões. Em 1938, a estação passou a se chamar definitivamente Carpina. A estação ainda está de pé, bem conservada externamente.

(Fontes: Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, IBGE, volume IV, 1958; Guias Levi, 1932-1982; As ferrovias do Brasil, 2005, Carlos Cornejo e João E. Gerodetti)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Passeio de Maria Fumaça em Piratuba


Ótimo passeio para apreciar belezas naturais da região e voltar no tempo, num trajeto de 30km, dentro de uma Maria Fumaça do início do século 20. A locomotiva a vapor, construída na Bélgica em 1906, parte da estação ferroviária de Piratuba e segue em meio à natureza passando próximo ao lago da hidrelétrica de Itá, até a cidade de Marcelino Ramos, no Rio Grande do Sul, com parada para visita às águas termais desta mesma cidade.
O horário de partida de março a setembro é às 13h e de outubro a fevereiro é às 13h30.
O percurso do trem é de 25 quilômetros e ida e 25 quilômetros de volta. Durante o trajeto, os passageiros podem apreciar as belezas naturais do oeste do estado. Ainda é possível degustar queijos e vinhos produzidos na região que são servidos pelos guias turísticos nos vagões.
Ao chegar a Marcelino Ramos, o turista pode optar por um passeio de ônibus pela cidade gaúcha. Ao custo de R$ 5,00, o turista conhece o Santuário de Nossa Senhora da Salete e o balneário de águas termais da cidade. O passeio é curto, já que às 17h o trem Termas volta para Piratuba.
Os ingressos para o passeio de maria-fumaça custam R$ 45,00, os bancos do trem são estofados. Crianças de até cinco anos de idade não pagam e acima desta idade pagam o valor normal.
Para fazer o passeio é preciso agendar antecipadamente pelo telefone:
(49) 3553-1121.



Foto: www.piratuba.sc.gov.br/turismo/item/detalhe/1140

quinta-feira, 3 de março de 2011

Transporte de bicicletas nos trens e metrôs tem as suas regras


                                                          


                                              Foto crédito Renata Falzoni


Desde o último dia 24, é permitido transportar bicicletas nos metrôs e trens paulistanos aos sábados, domingos e feriados. No primeiro fim de semana, 476 ciclistas se beneficiaram da medida. Entre eles, o repórter-estagiário de Veja São Paulo Filipe Vilicic, que foi testar o sistema. Ele e sua bike tiveram de cumprir algumas regras:

• Cada usuário pode conduzir apenas uma bicicleta.

• Ao chegar à estação, é preciso pedir a um funcionário para liberar a passagem.

• Ali dentro, nada de pedalar. O usuário tem de carregar a bike até o trem.

• Não é permitido usar escadas rolantes ou elevadores.

• O embarque é feito no último vagão de cada trem. Pedestres têm prioridade, e, se o carro lotar, é preciso aguardar o próximo.

• Outra norma: só é possível transportar duas bicicletas por vez em cada trem.

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-1998/transporte-de-bicicletas-nos-trens-metros-tem-as-suas-regras

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Haikai

















Foto: Fonte do Google.



Histórias de algumas vidas

Noite. Um silvo no ar,
Ninguém na estação. E o trem
passa sem parar.

Guilherme de Almeida,

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Trem volta a apitar em Apiúna, no Vale do Itajaí

Foto fonte Google

Trem volta a apitar em Apiúna, no Vale do Itajaí
Primeiro passeio da Ferrovia das Bromélias foi neste domingo

O primeiro apito de locomotiva no Vale do Itajaí desde 1971 soou às 10h15min deste domingo. Cerca de 80 passageiros fizeram a primeira viagem da Ferrovia das Bromélias, projeto de resgate da Estrada de Ferro Santa Catarina (EFSC), mas agora para o turismo. Participaram da estreia integrantes da ONG Tremtur, que ajudou na recuperação da ferrovia, da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), o prefeito de Apiúna, Jamir Marcelo Schmidt e senadora Ideli Salvatti (PT).

Apesar de uma chuva fraca que caía na localidade de Subida, onde está instalado o primeiro trecho de 3,2 quilômetros da ferrovia (o projeto original prevê a recuperação de 28 quilômetros até Rio do Sul), o público, entre passageiros e curiosos, era grande. Com todos sentados, Luiz Carlos Henkels, tesoureiro da ABPF deu as boas-vindas, explicou normas de segurança, detalhes do passeio e um pouco da história da ferrovia. Um leve tranco inicial e o trem se movimentou. Os passageiros aplaudiram a velha locomotiva que estreava.

Ao longo percurso, a paisagem na janela passava da total escuridão de um pequeno túnel para a ampla visão de fazendas e montanhas do Vale, além das instalações da Usina Salto Pilão, que também colaborou para a recuperação ferroviária do trecho. Da janela pra dentro, a paisagem predominante era de sorrisos de satisfação.

Como passear

Os passeios vão ocorrer sempre no segundo domingo de cada mês, com oito saídas, entre 10h e 17h. Os bilhetes devem ser comprados na Praça Central de Subida, um quilômetro distante da BR-470 pela Estrada Geral da localidade, que fica no Km 117 da rodovia federal. O ingresso custa R$ 15. Crianças com menos de cinco anos não pagam. O passeio de ida e volta dura cerca de uma hora.

Reportagem de 14/03/2010 do Jornal de Santa Catarina





Carlos e Fernanda